A Sagração do Cu (poema-resposta de Francisco Alves)

Minha língua suja prefere teu corpo púrpura
e na brincadeira do ser, do riso, das pernas e das bocas
escreveu versos póstumos em tua loucura.
Quer Ágda-luz, meus arroubos, minhas mãos toscas?

Estive aí e esperei tua procura
Como cão insano que morde rindo
Jovens DOM zelas do próprio cu. Eram loiras?
Não. Apenas poesia-breu-poema-breu- vinho- sorrindo


Eu fui amante e amado e traído ao acaso
Por uma boca dos anos vinte!
delirando bananeiras aos beijos de Cacaso.

E no fim fui dissolvido por ondas de vozes
meio vintage, meio caos, no meio vinho tinto
eu quis comer todas aquelas maquiadas nozes...

Acho que não preciso dizer que esse é pra Ágda Santos.
 
Francisco Alves escreveu esse poema em resposta ao Só, Somente só

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